Prefeito e vereador lideram mobilização por Flávio Bolsonaro em Campo Novo na reta final do 2º turno

Edilson Piaia organiza adesivaço na “Casa 22”, carreata e festa depois da votação; Djonathan Baioto (PL) pede votos nas redes e instala faixas pela cidade.

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Prefeito Edilson Piaia, de óculos escuros e camisa azul-clara, faz sinal de positivo ao lado do vereador Djonathan Baioto, de chapéu branco, em frente a uma caminhonete com adesivo de Flávio Bolsonaro

Prefeito Edilson Piaia e o vereador Djonathan Baioto (PL) ao lado de caminhonete adesivada com propaganda de Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução/Redes sociais

O prefeito de Campo Novo do Parecis, Edilson Piaia, e o vereador Djonathan Baioto (PL) estão à frente da mobilização pelo candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) no município, na reta final do segundo turno. A votação é neste domingo (25).

Piaia anunciou um adesivaço de veículos na “Casa 22”, espaço que antes funcionava como comitê de campanha do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), reeleito no primeiro turno. O prefeito também organiza uma carreata neste sábado (24) e prepara uma festa com os apoiadores para depois da votação.

Baioto faz campanha nas redes sociais e nas ruas. Na internet, o vereador publica pedidos de voto para Flávio. Nas ruas, ele adesiva carros, conversa com eleitores e instala faixas de apoio ao candidato pela cidade.

Prefeito Edilson Piaia, de camisa social azul-clara, e o vereador Djonathan Baioto, de chapéu de cowboy branco, em selfie numa rua com caminhonetes ao fundo
Prefeito Edilson Piaia e o vereador Djonathan Baioto (PL), em Campo Novo do Parecis — Foto: Reprodução/Redes sociais

Disputa apertada

No primeiro turno, Flávio terminou à frente no país, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em Campo Novo do Parecis, Flávio foi o candidato a presidente mais votado, com 71,46% dos votos válidos.

Apoio mesmo fora do PL

Piaia deixou o PL durante a campanha. Ao se desfiliar, ele disse que não abriria mão de apoiar a reeleição de Pivetta e, ao mesmo tempo, Flávio Bolsonaro para presidente e José Medeiros para o Senado. Segundo o prefeito, a saída foi motivada por pressões de integrantes ligados à direção do PL em Mato Grosso.

A aproximação com Flávio ficou clara em 31 de agosto, quando o senador passou pelo município e visitou a lavoura dos indígenas Haliti-Paresi. Na ocasião, Piaia conversou com ele por telefone. “Pode contar com a gente para todo apoio que precisar”, disse o prefeito.

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