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MPMT promove capacitação sobre inteligência artificial em Juína e Tangará da Serra

Profissionais e mascote em frente a prédio representando projeto de IA do Ministério Público
MPMT realiza capacitação sobre inteligência artificial em Juína e Tangará da Serra nos dias 17 e 18 de setembro, com foco em aplicações práticas para membros e servidores do Ministério Público.

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) realiza, nos próximos dias, um projeto de capacitação sobre inteligência artificial para seus membros e servidores. A atividade será em duas cidades: 17 de setembro em Juína (735 km de Cuiabá) e 18 de setembro em Tangará da Serra (239 km da capital).

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O projeto “Diálogos com a Inteligência Artificial – Da rotina das Promotorias às soluções possíveis” é desenvolvido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), a escola institucional do MPMT. A parceria conta com o Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAOIA).

Quem vai conduzir as atividades

Em Juína, os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior e Leoni Carvalho Neto serão os facilitadores. Em Tangará da Serra, quem conduz é o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga.

O que será ensinado

A capacitação vai apresentar as principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente. O objetivo é mostrar aplicações práticas voltadas ao trabalho no Ministério Público e incentivar a inovação institucional.

A programação inclui conceitos fundamentais de IA, funcionamento de modelos de linguagem de grande escala (LLMs), técnicas para criar comandos mais eficientes e ferramentas como Microsoft 365 Copilot, Claude, Gemini e NotebookLM.

Aplicação prática

Os participantes vão resolver demandas reais dos gabinetes, experimentando funcionalidades e identificando como usar IA em tarefas do dia a dia. Entre os temas estão organização de informações, análise de documentos e criação de assistentes personalizados.

Segurança e ética

O coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, reforça que a capacitação vai abordar o uso ético, crítico e seguro da inteligência artificial. A formação enfatiza proteção de dados pessoais, sigilo funcional e conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Segundo a programação, todos os conteúdos produzidos com auxílio dessas ferramentas devem receber supervisão humana obrigatória.

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