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Polícia Civil prende na Bolívia mulher apontada como liderança do Comando Vermelho em MT

Angelica Saraiva de Sá, conhecida como Angeliquinha, apontada como liderança do Comando Vermelho em Mato Grosso, presa na Bolívia
Angelica Saraiva de Sá, de 34 anos, conhecida como "Angeliquinha", foi presa nesta quarta-feira (22) em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Apontada como liderança do Comando Vermelho em Mato Grosso, ela estava foragida desde agosto de 2025, quando fugiu de um presídio em Cuiabá.

Angelica Saraiva de Sá, de 34 anos, conhecida como “Angeliquinha”, foi localizada e presa nesta quarta-feira (22), na Bolívia, durante uma ação da Polícia Civil de Mato Grosso. Ela era procurada desde agosto de 2025, quando fugiu do Presídio Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.

Segundo as investigações, Angélica é apontada como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso. A mulher também possui uma condenação superior a 200 anos de prisão por crimes relacionados a homicídios, ocultação de cadáveres e participação em organização criminosa.

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A foragida foi encontrada em Santa Cruz de la Sierra. A prisão foi realizada em uma operação coordenada pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas. As circunstâncias da localização e os próximos procedimentos ainda não foram detalhados pela Polícia Civil.

Crimes investigados

Angeliquinha passou a ser investigada por envolvimento em uma série de crimes violentos. Entre eles está a execução de quatro homens ocorrida em 2022.

As vítimas foram identificadas como Jefferson Vale Paulino, de 27 anos; Alan Rodrigues Pereira, de 36; João Vitor da Silva, de 19; e Caio Paulo da Silva, de 31 anos. Conforme as investigações, os quatro seriam integrantes de um grupo criminoso rival.

Família também foi alvo da polícia

Em março deste ano, a Polícia Civil deflagrou a Operação Showdown, que teve como alvo integrantes da família de Angeliquinha.

A investigação apurou suspeitas relacionadas ao tráfico de drogas, lavagem de dinheiro superior a R$ 20 milhões e exploração de jogos de azar. Entre os alvos estavam o pai, o genro e a filha da mulher.

A filha, que estava grávida na época da operação, teve a prisão preventiva convertida em prisão domiciliar.

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